Estou super devedora de posts.
Falta tempo e as vezes até coragem mesmo. Como vocês podem perceber... não acontece só comigo – ninguém postou nada!
Acho que o melhor é fazer uma passagem rápida sobre os dias anteriores e tentar manter o ritmo daqui para frente.
A viagem de Recife até Frankfurt correu da maneira esperada: desconfortável, sem conseguir dormir direito, comendo mal. As “historias” começaram já no aeroporto de Recife – com o sapato de Natalia se desfazendo. No aeroporto de Lisboa teve a velhinha x escada rolante. Prometo contar depois. Ou quem sabe, meu pai, contador de historias faz isso.
Em Frankfurt nos desencontramos de Patricia e passamos alguns momentos de ansiedade. Ou pelo menos, eu passei. Só sosseguei quando ela finalmente apareceu – depois de ter perdido a conexão em Paris (como já prevíamos).
Chegamos tarde ao hotel, tentamos dar uma volta na cidade, mas não tivemos muita sorte nisso. Escolhemos o lugar errado, desistimos de lutar contra o cansaço, comemos na estação de trem e caímos na cama.
No dia seguinte, logo cedo, partimos para Wüzburg. Vou ficar devendo os detalhes. Podem anotar: historias dos aeroportos e detalhes sobre Wüzburg. Só vou dizer que achei a cidade muito simpática e que o clima estava ótimo.
Pouco antes da hora do almoço partimos para Rothenburg ob der tauber. Depois de dar várias voltas perdidos conseguimos encontrar o hotel – que não recomendo. Adorei a cidade!! Achei ótimo ser domingo e as lojas estarem todas fechadas. Se estivessem abertas, hoje eu teria montes de coisinhas lindas na minha mala mas que certamente não saberia onde colocá-las em casa.
Almoçamos, tomamos cerveja, rodamos pela cidade. Vai ter post sobre isso tudo. Depois.
Como estávamos precisando descansar, resolvemos sair um pouco mais tarde, rumo ao castelo Neuschwanstein. Não me peça para pronunciar esse nome!
Estava chovendo e compramos umas capas, horrorosas, de chuva. Incomodou e atrapalhou um pouco, mas não tirou a beleza do lugar.
Dormimos em Fussen em um hotel muito bom. Até agora, o preferido de todos.
De Fussen para Salzburg. Raquel – a voz do nosso GPS – nos mandou para o interior do interior da Alemanha. Passamos por inúmeras vilas/cidades. Na divisa com a Áustria paramos para comprar o tal selo que precisamos colocar no carro para circular pelas estradas. Achávamos que teríamos dificuldade, mas quando os “meninos” iam começar a perguntar como faziam para comprar a moça já foi dizendo “é isso que vocês querem”.
Deixamos as malas no hotel (que recomendo) e fomos passear pela cidade.
Começamos pelo Festung Hohensalzburg. Um forte que fica no alto da cidade. Existe um bondinho que leva até lá mas, para minha infelicidade, ele estava quebrado. Subir foi uma luta, mas juro que vale a pena. A paisagem é deslumbrante. Almoçamos, andamos pelas ruas do centro da cidade – meio sem rumo. Jantamos numa biboca “fim de festa”, do tipo “pega bêbado”. A pizza era bem gostosinha, mas o ambiente nada agradável. Era o único lugar, por perto, aberto. Tudo aqui fecha muito cedo. 7 PM o supermercado já está fechado.
Hoje fomos passar o dia em Schonau Am Konigssee à pouco menos de 30km daqui. É um lago, no meio dos Alpes Berchtesgaden, dentro do Parque Nacional de Berchtesgaten.
O passeio de barco até St. Bartholomä é lindo. Tem um guia contando as historias e detalhes sobre o lago, que obviamente eu não entendi nada. No meio do passeio, e do lago, ele para; abre a portinha do barco, e quando eu já estava dizendo que se ele fosse pular eu não saberia se teria coragem de pular também, ele começou a tocar uma clarineta. Ele nem tocava lá essas coisas, mas a beleza do eco foi fantástico.
Em St Bartholomä andamos até a capela de St Johann e Paul. Queríamos mesmo era ter ido até a capela de gelo, mas o percurso era por uma trilha e nem todos tinham sapatos apropriados para isso. Almoçamos por lá mesmo, no Historische Gartstatte St Bartholomä. Finalmente meu pai GOSTOU de alguma coisa que comeu – uma sopa chamada goulash (sopa com carne).
Pegamos o barco de volta e, depois de pegar o carro, “invadimos” a grama de uma estação de bondinho (que vai até uma estação de esqui) onde havia um pouco de neve. Nordestino que se preze, não pode perder a oportunidade de conhecer a neve. Depois que conhece, vê que não tem a menor graça.
Voltamos para Salzburg e tentamos ver mais alguma coisa do que não conseguimos ver ontem. Passeamos pelos jardins do Schloss Mirabell, andamos mais um pouco pelas ruas da cidades procurando a casa onde Mozart nasceu (achávamos que o museu era lá) e depois fomos ao outlet. Para quem conhece os outlets americanos, aviso logo que é a maior frustração. Vi graça nenhuma.
Bom... agora vou tentar postar as fotos e descansar. Amanhã vamos para Vienna.
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