De Wurzburg até Rothenburg ob der tauber foram 62km.
Quando estava fazendo minhas pesquisas antes de viajar, encontrei o site Rothenburg.de. Nele você pode solicitar brochuras com informações sobre a cidade. Me surpreendi com o material que recebi alguns dias depois em casa. E tudo isso de graça!
Chegar em Rothenburg foi fácil mas achar o hotel foi difícil.
As ruas são estreitas. O carro era grande. As placas de transito são um pouco confusas (para nós).
Demos muitas e muitas voltas. Raquel nos mandava para a rua certa, mas para o lugar errado.
Acabamos estacionando o carro e descendo para procurar à pé. Ainda assim levamos algum tempo para achar. O numero que constava no endereço nos levava para uma porta, em um edifício onde as outras portas tinham cara de abandonadas.
Por fim descobrimos que Raquel nos mandava para o lugar certo, mas o hotel tinha duas versões; a mais barata e a mais cara. A mais barata, a nossa, tinha apenas uma porta, sem recepção ou cara de hotel. O check-in era feito na versão cara e o café da manhã era lá também. Pelo menos o estacionamento ficava na versão barata.
Não sei se recomendaria o Gästehaus Goldener Hirsch Rothenburg. Foi o pior dos 7 hoteis que ficamos. Todos reclamaram dos chuveiros.
Depois de fazer o checkin e descobrir que não tínhamos internet (apesar de dizer no site que teríamos), fomos almoçar restaurante do Hotel Roter Hahn (que não era o nosso). Pesquisando para o post descobri que o hotel tem mais de 600 anos!!
O cardápio tinha tradução para o inglês e espanhol. O garçom até que falava um pouco de inglês também. Mesmo com essas facilidades alguns de nós se “assustaram” quando os pratos chegaram. Eram bem diferentes da descrição. De qualquer forma, a sobremesa estava ótima!
Provamos várias cervejas e elegemos a Tuchers pilsen como a preferida do dia. Interessante que cada cerveja vinha num copo com a logomarca do fabricante.
A cidade é uma graça. Toda cercada por muralhas da época medieval. Tem pouco mais de 10.000 habitantes e uma sensação de ter parado no tempo. Andamos e andamos tirando milhares de fotos. Sim, imaginem 8 pessoas viajando com 7 câmeras!
Nunca tinha visto e mais tarde descobrir ser tradição de toda essa região da Europa as árvores de Páscoa. Por todos os lugares onde passamos, vi muitos ovos decorados. De plástico, de louça, de casca de ovo mesmo. Muito interessante.
Adorei as vitrines das muitas lojinhas; cheias de brinquedos e artigos típicos. Pena ser domingo e estarem todas fechadas.
O schneeballen é um doce feito de massa frita, num formato de bola, e coberto com açúcar, canela ou chocolate. Nada de espetacular, mas vale a pena provar.
Quando a noite caiu, a temperatura esfriou e o cansaço bateu. Fui dormir cedo e deixei parte do grupo enlouquecida procurando wi-fi e outra parte provando mais cervejas. No dia seguinte soube que teve gente sendo barrada em lan house, por uma chinesa. Que estava presente, que conte a historia.
Ah! Quase esqueci de comentar... é aqui que tem a loja da Kathe Wohlfahrt especializada em ornamentos decorativos de Natal. Queria muito ter ido, mas não deu. Quem sabe na próxima ;)
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